Como se proteger de golpes na Internet

Os ataques digitais pelo mundo têm se tornado cada vez mais comuns. Os crimes digitais de maior incidência usam uma estratégia chamada engenharia social, onde pessoas se passam por outras para conseguir dinheiro, como pedidos pelo WhatsApp de dinheiro emprestado.

 

Mas também existem outros tipos de crimes, a maioria deles variações de estelionato, que são os golpes de phishing, ações criminosas enviadas por meio de mensagens falsas de e-mail, aplicativos de mensagens e redes sociais com intuito de roubar informações confidenciais dos internautas. 

 

Um tipo de crime que tornou-se conhecido recentemente é a invasão de contas do Instagram, quando o criminoso se passa pela pessoa e publica Stories anunciando eletrodomésticos em ótimo estado de conservação e por preços muito atrativos. A publicação é feita em nome de um suposto amigo ou vizinho que está de mudança e precisa vender os itens, o que inibe suspeitas. Com bastante lábia, os golpistas convencem a vítima a fazer uma transferência via pix para reservar o produto, que nunca será entregue.

 

Quando se trata de se proteger na Internet, é importante ressaltar que conscientização e prevenção são as principais estratégias para dificultar a vida dos criminosos. Em grande parte dos golpes online, a própria vítima, sem perceber, contribui para que eles tenham sucesso. 

 

O Chama é, sobretudo, uma startup de tecnologia, e prezar pela segurança digital dos consumidores que optam pela facilidade de comprar gás pelo nosso app, está entre as nossas maiores prioridades. Para isso, tomamos todos os cuidados no desenvolvimento do app e suas atualizações, protegendo os dados dos consumidores com rígido controle para impedir o acesso não autorizado a recursos de pagamento. Então, garantimos a vocês que comprar gás de cozinha pelo aplicativo Chama é seguro e confiável.

 

Vamos a algumas atitudes super importantes para que você possa se proteger de golpes na Internet, em diversos canais 

 

Senha forte 

É fundamental criar combinações pouco óbvias e únicas para cada plataforma ou app que você usar, pois se vazar seu e-mail e senha de um único site, um hacker vai tentar utilizá-la em outros. Se foram iguais, ele consegue até invadir a sua conta de e-mail. A partir daí, reseta e acessa outros sistemas, como bancos.

 

Não salve suas senhas no celular

Jamais deixe suas senhas salvas no celular, anotadas no bloco de notas, documentos online do Google ou e-mails. As suas anotações vão ser as primeiras coisas que um hacker vai vasculhar ou um ladrão que rouba o seu aparelho. Isso também vale para senha de bloqueio do celular, computador e outros aparelhos eletrônicos. Muita gente escolhe dígitos fáceis ou sequenciais, data de aniversário ou um desenho óbvio. A recomendação é usar no mínimo 6 dígitos aleatórios ou senhas com combinações de palavras e números, caso o aparelho permita.

 

Segurança extra

WhatsApp, Instagram, Facebook, Gmail e iCloud, por exemplo, oferecem alguma forma de autenticação em dois fatores. Com isso, para logar no sistema em um novo dispositivo, além da senha, é preciso fornecer outra confirmação, como um número de token recebido por SMS ou email, uma mensagem de confirmação na tela de outro aparelho, ou um PIN. Isso torna mais complicado para um terceiro acessar a sua conta. Por isso, em hipótese alguma, informe códigos numéricos recebidos por SMS ou WhatsApp.

 

Muita atenção nas conversas

Devido às novas camadas de segurança, os criminosos criaram novas estratégias de golpe. Um clássico é aquele em que alguém liga e te convence a informar o código de seis dígitos enviado por SMS. Com perguntas sutis, os golpistas conseguem obter códigos de segurança e senhas dos serviços, além de outros dados sensíveis, como nome, endereço, filiação e CPF. É preciso tomar muito cuidado com as informações fornecidas tanto por escrito quanto por voz. 

 

Mensagens que pedem dinheiro

A clonagem de conta no WhatsApp tem sido muito comum. O criminoso pega a foto de alguém, faz uma cópia e cria um perfil no serviço de mensagens com outro número telefônico e o nome da vítima. Depois, entra em contato com os amigos e familiares, dizendo que mudou de número e pedindo dinheiro. Para fazer isso, eles usam bancos de dados vendidos na internet, construídos a partir de inúmeros vazamentos de dados ou até em informações públicas.

 

Assim, estranhe qualquer pedido de transferência ou pix, quando um suposto contato aparece de número novo ou quando alguém pede informações em troca de algum benefício ou presente. Em qualquer pedido de dinheiro, confirme por áudio ou vídeo para saber se está mesmo falando com a pessoa.

 

Não clique em links suspeitos

Os criminosos têm usado táticas que se parecem muito legítimas. Geralmente, são e-mails e SMS’s que simulam o contato de um banco ou de uma empresa com oferta ou demanda urgente, induzindo a pessoa a clicar em um link, que pode levar a um site falso ou até instalar um programa malicioso no dispositivo. Fique atento ao remetente do e-mail e não ao nome fantasia que aparece, mas sim o endereço. Confira o domínio após a arroba. Por exemplo, uma mensagem cujo e-mail vem com uma extensão estranha (e não .com.br), tem grande probabilidade de ser fraudulenta, por mais real que o conteúdo possa parecer. No computador é possível verificar um link sem clicá-lo. Basta passar o mouse por cima. Um endereço esquisito, sem qualquer conexão com a tal empresa, tenha certeza de que trata-se de golpe.

 

Desconfie dos e-commerces desconhecidos

Com o aumento das lojas que vendem online (e-commerces), cresceu também o número de consumidores enganados por lojas virtuais fakes, onde a pessoa compra e não recebe o pedido. Se for uma loja menor,  jogue o nome dela no Google, pesquise no Reclame Aqui e no Procon. Só faça a compra depois que tiver certeza de que é confiável.

 

Minimize aplicativos financeiros

Para minimizar os prejuízos dos chamados furtos "no tapa", quando criminosos pegam celulares desbloqueados das mãos de pessoas distraídas, deixe instalado apenas os aplicativos de bancos que realmente usa. Também é recomendado definir o bloqueio automático da tela para o menor tempo possível, para que, em um eventual roubo, o aparelho esteja travado e dificulte a vida do ladrão. Quem usa Android também pode proteger apps dentro de uma "pasta segura", que só pode ser acessada com senha ou impressão digital.

 

Atualize os sistemas

Sempre instale as atualizações de sistemas operacionais e de apps, seja no computador ou no celular, pois geralmente as empresas aprimoram a segurança. 

 

Não abra mão do antivírus

Instalar um bom antivírus, no computador e no smartphone garante um risco muito menor de invasão remota por hackers criminosos.

 

O que fazer se cair em um golpe?

  • Seja rápido. Assim que perceber que foi enganado, entre em contato com a instituição, empresa, banco ou estabelecimento comercial citado pelo criminoso durante o golpe, para avisar sobre o que aconteceu;
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  • Faça um boletim de ocorrência. Dê o máximo de detalhes possível, pois isso é muito útil, principalmente se a fraude for na conta bancária ou cartão de crédito. No caso de estabelecimentos comerciais, você pode fazer registros do ocorrido no site consumidor.gov.
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  • Troque todas as senhas. Isso te dará mais segurança, pois pode ser que um golpista tenha conseguido acessar suas contas de e-mail, banco e outras.
     

Se você chegou até aqui é fã da praticidade de fazer compras online e se preocupa com a segurança dos seus dados. O Chama chegou para complementar a sua rotina de compras pelo computador ou celular, levando até você, em poucos cliques, o botijão de gás de cozinha. 

 

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